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Uma situação de conflito conjugal mobilizou uma equipe da Polícia Militar por volta de 1h da madrugada desta terça-feira, 18 de agosto de 2026, na Rua Amazonas, localizada no bairro Primavera, no município de Ji-Paraná, em Rondônia. De acordo com as informações levantadas pelas autoridades, uma mulher dirigiu-se até a frente de uma residência e passou a bater insistentemente no portão, exigindo que o marido a atendesse. A intensa movimentação e o barulho gerado no período noturno causaram perturbação do sossego e chamaram a atenção dos moradores vizinhos, que acionaram as forças de segurança. Quando a viatura militar chegou ao endereço, encontrou a mulher ainda em frente ao imóvel. Visivelmente abalada, ela relatou aos policiais que acreditava que o companheiro estivesse dentro da residência acompanhado por outra mulher, motivo pelo qual permaneceu no local insistindo para conversar com ele. Os policiais dialogaram com a cidadã, advertindo-a sobre as consequências legais da continuidade da perturbação e orientando que eventuais conflitos conjugais ou o fim do relacionamento devem ser resolvidos por vias legais, como a separação ou o divórcio. Após a conversa, a mulher acatou as recomendações e deixou o local voluntariamente. A proprietária do imóvel onde ocorreu o tumulto confirmou os fatos aos agentes, mas declarou não ter interesse em representar criminalmente ou adotar outras providências contra a mulher. Com o encerramento do atrito e a dispersão dos envolvidos, a ocorrência foi finalizada no local, e a equipe policial permaneceu realizando patrulhamento preventivo na região para evitar novos incidentes. Com informações de Rondoniatual
Uma situação de conflito conjugal mobilizou uma equipe da Polícia Militar por volta de 1h da madrugada desta terça-feira, 18 de agosto de 2026, na Rua Amazonas, localizada no bairro Primavera, no município de Ji-Paraná, em Rondônia.
De acordo com as informações levantadas pelas autoridades, uma mulher dirigiu-se até a frente de uma residência e passou a bater insistentemente no portão, exigindo que o marido a atendesse. A intensa movimentação e o barulho gerado no período noturno causaram perturbação do sossego e chamaram a atenção dos moradores vizinhos, que acionaram as forças de segurança.
Quando a viatura militar chegou ao endereço, encontrou a mulher ainda em frente ao imóvel. Visivelmente abalada, ela relatou aos policiais que acreditava que o companheiro estivesse dentro da residência acompanhado por outra mulher, motivo pelo qual permaneceu no local insistindo para conversar com ele.
Os policiais dialogaram com a cidadã, advertindo-a sobre as consequências legais da continuidade da perturbação e orientando que eventuais conflitos conjugais ou o fim do relacionamento devem ser resolvidos por vias legais, como a separação ou o divórcio. Após a conversa, a mulher acatou as recomendações e deixou o local voluntariamente.
A proprietária do imóvel onde ocorreu o tumulto confirmou os fatos aos agentes, mas declarou não ter interesse em representar criminalmente ou adotar outras providências contra a mulher. Com o encerramento do atrito e a dispersão dos envolvidos, a ocorrência foi finalizada no local, e a equipe policial permaneceu realizando patrulhamento preventivo na região para evitar novos incidentes.
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A CARTA DE CORSO
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