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A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira, 18 de agosto de 2026, a Operação Sobrepreço, cumprindo um mandado de busca e apreensão no município de Colorado do Oeste, em Rondônia. A medida cautelar foi autorizada no âmbito de uma investigação que apura a supressão ilegal de aproximadamente um mil e cem hectares de floresta nativa em uma área de reserva legal situada no município de Lábrea, no estado do Amazonas, realizada sem a devida licença ou autorização dos órgãos ambientais competentes. De acordo com as informações divulgadas pela corporação, o inquérito policial foi instaurado para esclarecer a materialidade, a autoria e as circunstâncias de crimes ambientais e de lavagem de dinheiro, além de outras eventuais infrações penais identificadas no curso das diligências. As investigações conduzidas pela Polícia Federal apontaram indícios de negociações sucessivas envolvendo o imóvel rural investigado, caracterizadas por variações expressivas nos valores declarados. Além disso, os agentes identificaram elementos que sugerem a tentativa de ocultar a verdadeira titularidade da área por meio do uso de pessoas interpostas (laranjas). A Polícia Federal informou que o material apreendido durante o cumprimento da ordem judicial será analisado para aprofundar as apurações, identificar todos os envolvidos no esquema e dimensionar os danos ambientais provocados na região amazônica. Com informações de PF
A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira, 18 de agosto de 2026, a Operação Sobrepreço, cumprindo um mandado de busca e apreensão no município de Colorado do Oeste, em Rondônia. A medida cautelar foi autorizada no âmbito de uma investigação que apura a supressão ilegal de aproximadamente um mil e cem hectares de floresta nativa em uma área de reserva legal situada no município de Lábrea, no estado do Amazonas, realizada sem a devida licença ou autorização dos órgãos ambientais competentes.
De acordo com as informações divulgadas pela corporação, o inquérito policial foi instaurado para esclarecer a materialidade, a autoria e as circunstâncias de crimes ambientais e de lavagem de dinheiro, além de outras eventuais infrações penais identificadas no curso das diligências.
As investigações conduzidas pela Polícia Federal apontaram indícios de negociações sucessivas envolvendo o imóvel rural investigado, caracterizadas por variações expressivas nos valores declarados. Além disso, os agentes identificaram elementos que sugerem a tentativa de ocultar a verdadeira titularidade da área por meio do uso de pessoas interpostas (laranjas).
A Polícia Federal informou que o material apreendido durante o cumprimento da ordem judicial será analisado para aprofundar as apurações, identificar todos os envolvidos no esquema e dimensionar os danos ambientais provocados na região amazônica.
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